sábado, 19 de junho de 2010

Bons sonhos

Quero que repenses o ato de dormir.
É algo tão bom e intenso, pense só!

É um momento em que quem fala por você é somente aquele sentimento reprimido,
aquela falha, aquela vergonha ou algum medo.

Previsão.
Isso acontece também, com os mais obscuros e psicóticos.

Mas os sonhos são tudo aquilo que as vezes não entendemos.

Noite passada ocorreu-me este fato.

Segundo minhas lembranças estava eu na grama de minha casa, um grande quintal florido e cheio de recobecos. Aquela noite era calma e se parecia muito a algum fato já antes acontecido, quando começei a ver pequenos pontos de luz coloridos caminhando e sumindo naquela grama.
Eram normais, ou me pareciam normais até que um deles permitiu a minha aproximação.

Era um pequeno inseto familiar, bem insignificante, verde. Bonito.
De algum modo regurgitou um pingente pequeno, feito de uma cor brilhante amarelada e um pedaço de cristal, (parecia um muffin). Era uma criatura doce.

No decorrer desse ato, senti arrepios ao ver um peixe luminoso feito fogo, mastigando algum tipo de bicho. Era cego, escamas detalhadas, duras e muito quentes.
Nadou entre toda aquela imensa grama, alimentando-se de um por um daqueles incetos luminosos, fazendo-os entrar em seu corpo que aparentava ser oco, e de um sofrer inimaginável queimados morreram antes de ser digeridos.

Dentre todos estes detalhes imóvel eu parecia, quando cosegui correr, pra bem longe daquele calor.

E meu sonho se expandiu por muitos ambientes, porém só me recordo bem de um rapaz me entregando um filhote de pato.


Acordei.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Coração de Pietro 2

Em aqueles dias chuvosos Valentim teve a honra de conhecer aquilo que se dera como nome de filho. Era hora de que fosse reconhecido como o grande homem, pai. Sua mulher parecia desmoronar como a chuva, aos prantos maldizia tudo aquilo que era de sua memória. Valentim nunca soube realmente se ter um filho lhe provocaria tanto sofrimento, um homem já velho, pela primeira vez entende dos sacrifícios, mesmo sem entender o mistério dos partos mal sussedidos.
- Vamos Bianca, empurre mais forte! Está quase lá.
Ela somente gritava e arranhava os lençois brancos já cobertos de excremento. Depois de 3 duras horas, conseguiu dar a luz a uma pequena criatura, que para a tristeza de seu pai era mulher.
Charlotte, uma pequenina menina de olhos escuros, não tão pretos como pareciam, e um cabelo castanho acinzentado. Valentim maldizia a sua existência, mas Bianca a cuidava e a amava como nunca o fez com nenhum daqueles outros já falecidos irmãos.
O calor de sua presença enfeitiçava os que a visitavam, as mulheres todas comemoraram seu nascimento. Era uma época de preconceitos, de maldições e pragas familiares, mas mesmo assim veio ao mundo aquilo que Valentim nunca esperara ter visto.

sábado, 13 de março de 2010

Coração de Pietro

Nunca teria coragem de abandoná-lo, ele lhe dizia o mesmo.
Existiam fatores naturais que os mantinham se amando.
Fora num final de outono, quando as folhas secas começam a restaurar-se, onde ela o deixou e lhe disse: 


-Prometo te contar a verdade, mas agora estou indo para amenisar seu sofrimento. 


Nem um ruído se ouvia naquele bosque distante em que se encontravam de vez em quando. O sol parecia saber de que eles ainda precisavam de luz, mesmo que já não seja a sua hora. O triste som das folhas quebrando baixo seus pés que ao longe já partiram, faziam parecer que o ambiente conspirava.
Charlotte o deixara sem razão, pois eram jovens, sabiam da vida que os abrangera, e, com mordidas brutais nos seus lábios escondia as amargas lágrimas que por ele aclamavam.

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*Esta história está baseada em fatos surreais, é ficção, e qualquer semelhança com os personagens a seguir é mera coincidência.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Sagitário
Você é otimista e entusiástico, mas tem uma forte tendência a confiar na sorte, uma vez que não possui talento para porra nenhuma. A maioria dos sagitarianos é composta de obesos, viados, bêbados e viciados. Você não vale aquilo que deixa na latrina.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Fast Food Nation



Adaptação do livro homônimo de Eric Schlosser, o filme fala sobre os riscos à saúde da população e ao meio ambiente que a indústria do fast-food provoca. Después de descubrir que la carne utilizada para hacer la hamburguesa, servida en su establecimiento, está contaminada, Don Henderson (Greg Kinnear), un ejecutivo con más comida rápida los EE.UU., hizo un viaje al origen de los alimentos servidos en restaurantes como el suyo y descubre los hechos desagradables. Após descobrir que a carne usada para fazer o hambúrguer, servido em seu estabelecimento, está contaminada, Don Henderson (Greg Kinnear), executivo da maior rede de fast-foods dos EUA, faz uma jornada à origem dos alimentos servidos em restaurantes como o dele e descobre fatos nada agradáveis.