domingo, 8 de janeiro de 2012

Reforma!


Estou pelas metades neste Blog, mas, pelo menos, com design autêntico e improvisado enquanto eu não ganho meu tablet. Espero que gostem do novo visual, ainda inacabado, ... espero que gostem mesmo porque eu fiquei até as 04:00 da manhã ontem! 
Pitoca em vocês, até breve! 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Importante



Tudo bem, pode que não seja tão importante quanto esta cena acima, porém, estou editando o Blog, como vocês podem ver, e, sinto dizer-lhes, estou mudando os ares deste blog, assim como a minha vida está se ventilando também. É um meio de todos vocês fazerem parte desta nova mudança, que, por enquanto, como vocês podem ver, o blog está uma obra de cemitério inacabada então para dar um toque de delícia nesta construção, lhes deixo esta foto maravilhosa, que, quem der fosse eu, amém gzus. 
Agradecimentos, Florencia Pantano. 

Se você conseguiu ler a mensagem secreta, está preparado para as surpresas que virão neste blog. "Estou como se ventilando que delícia". 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Dependência



Como se sabe se "se está" no caminho que "se deve"?
Muitas situações nos fazem voltar, e voltar e voltar..


E rebuscar, mas, para quê? 
Eu rebusco e vejo erros, 
vejo sóis difíceis, vejo penas, 
que, só ocorreram por um momento de prazer, 


Mas que prazer, 
julgo minhas durezas pra dizer que vivi. 


Hoje lembro-me de tão distante aquele sonho maravilhoso com seres humanos tão distintos. 
Eles fazem parte de um pedaço do que um dia fui. 
Não foi o bastante, 


Deveria ter beijado aquele amigo que me dava calafrios, 
Deveria ter acolhido em casa aquele que foi embora a pé, 
Deveria ter ficado até que todos terminassem de comer, 
Deveria haver ido a todas as reuniões, 
Deveria haver entendido os problemas de todos, assim como os meus, 
que de tão duros, se faziam obstáculos para amá-los. 


Me perdoem.


O esforço é mísero hoje. 


Hoje, todos temos um rumo, 


Eu tenho meus desejos, sigo os dos outros. 
Mas, já chega!


O que é que me limita ao sonho? 
O que é que me distancia de minha realidade alvejada? 


Onde está o azeite para lavar-me o corpo e deixar que os problemas deslizem?
Onde é que está o azar?
O deixar-me ser?


Assim, aqui tão distante, são como almas, 
Atormentam-me e passam dos limites quando querem ainda ser presentes. 


O choro alivia o peso, 
faz bem e salva. 


De tomar decisões, 
me jogo agora como se nenhum deles fizesse falta, não está certo. 


Um dia eu volto, e mesmo que eu passe dos limites, não me questionem por beijá-los até calejar suas testas. 







domingo, 1 de janeiro de 2012

Curtas de Curtas


Espelho
Converse por face,
Que eu leio teus olhos,
Claramente.

Bordô
O pequeno do rebanho sincrônico
Espasma o louco
Com cara de bruxo.
Continua a questão do visto rubro,
Estouro do louco pequeno
Banhado de bordô.


Fogo
Pegue o fogo
Deixe no fogo
Faísca de fogo.
No canto do fogo
Não pegue do fogo
A sobra da faísca de fogo.
Pedaço de fogo
No tanto que corre
Aquela faísca de fogo.

O braço
Antiga oitava no berço do braço,
Escolhem os mais detalhados discursos
De dentro do maço que rangem,
Os meios das frases no espaço.

Mísera alvejada
Produção, cambalhotas diferentes,
Nomes individuais,
Leituras que não são somente escritos,
Limitados aos textos,
Imaturos da sábia letrada
De uma escrita,
Distante do meu cotidiano.

Haicai
Voltar a calejar os pés
Que antes eram ferramentas
Para garantir o pão.


Sabão
Sonhar,
No mundo das possibilidades é fato.
O ar não era um solstício, era escuridão.
Veículos arcaicos e bolhas de visões,
Que nunca acabam.
Ar da vergonha e decepção
Juntam as cores das coisas de sabão.

Carnuda
Só de ver aquele lápis lambuzado verde,
Na boca carnuda com perguntas lamentáveis,
Chorantes e irritantes.
Ah! Não sei...
É o tipo de boca que eu mataria.

Distração
Estamos todos sujeitos aos desconfortos da hipocrisia.
Ela nos distrai ao ponto de não querermos mais,
Assumir as crenças que carregamos.

Vida é
Simples como a vida é,
Merece ser tratada como tal.
Se tu não sonhas,
Não me carregues contigo.
O silêncio não se interpreta.

Nem eu
Não sabes do segundo seguinte,
Seguinte do segundo anterior.

Direito
Cobre teu manto de pele
Com o manto de outro ser,
De pele parda,
Sendo irmão de até a mais clara. 
Se lhe é infuso,
Troque seu manto por entranhas
E cala-te,
Pois direito algum tinhas sobre aquele manto.

Penas



As pessoas acham estranho àquilo que me contenta.
Ficar só, e gostar disso não é depressão.
Considero quem domina essa arte um portador de virtudes,
E, esbanjo felicidades ao ver que eles têm pena de mim. 

Pânico




Estive morto por um tempo,
E, isso me aterrorizou, muito. 
Se passo morto por um tempo, 
Isso me aterroriza, muito.

Tinta



Gosto do jeito em que a folha absorve a tinta.
Enquanto ela se esparrama,
Eu imagino suas formas abstratas,
Cheias de manchas avulsas.