quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Pôr para fora.

Tenho tantas coisas em mente que mal sei o que realmente escrever.
É um mar de possibilidades e somos filhos do rigor, consequentemente, o dever me chama.

Tenho tomado quatro mil gotas e visto mares no chao. (perdoem-me pela escassez de acentuaçao).

Tenho pressa, a informçao parece muito grande pro meu mero cérebro. Descobri teorias incomuns, aprendi The Zoo Theory (Teoria do Zoológico), o que nos diz que os aliens nos tem no planeta terra como animais, e de vez em quando eles vem passiar pra ver se está tudo bem.

Existe também aquela que diz que eles mesmos provocaram The Ice Age (A Era do Gelo), assim, extinguiram todas as bactérias, animais, ou a porra dos dinossauros, para entao, povoar com uma pequena porcentagem daquilo que eles aparentam ser; porém, obteram o fracasso e ainda em um período de tempo muito curto, conseguimos decifrar mil e uma coisas que nos levam a acreditar que essa teoría é verídica.

Outra, e a que pessoalmente eu acho mais lógica, é aquela The Jungle Theory (A Teoría da Selva); pense bem, um formigueiro lá em Amazonas; que raios eu quero saber do formigueiro? Eu sei que ele está lá, mas, e daí?
Funciona exatamente com os E.T.s. eles sabem que existimos mas somos muito insignificantes para chamar-lhes a atençao.

Bem, ouvi centenas de teorías.
Fui ao Star War`s Convention. Naaa, mentira.

Estudei até física quantica, e sei TUDO sobre Einstein, relatividade, que na verdade nao era pra ser, discordando do seu maior ídolo, Isaac Newton, que aliás, descobriu que o fim do mundo é em 2060 somente decifrando The Holy Bible. Mas quem escreveu a Bíblia?
E o que o Armagedon tem a ver?

Eu acho, ainda, que os extraterrestres tem alguma coisa a ver.
Sei lá, um dia me contam que as piramides do Egito nao eram tumbas para mumificar faraós, eram realmente monumentos para gerar energia, que servia para cortar pedras gigantescas, e, quem sabe, eletricidade, sem fio. O que já foi tentado por vários físicos, e falhado. Acredito que essa tecnologia somente trazida dos céus mesmo, também citando as descriçoes que todas as civilizaçoes já fizeram referindo-se a Deuses vindos dos céus e apareado-se com as mulheres, trazendo a tona os primeiros governantes. Quem era mesmo o Espírito Santo? E Jesus tinha mesmo poderes ditos `anormais`, ou era tudo invençao de Constantino? 

E olha só, comprei um livro sobre o Triangulo das Bermudas e o que eu encontrei nele? am am? Desenhos das piramides que mostram um tipo de ritual onde existem túmulos que na verdade se parecem mais com bombas elétricas, dotadas de cabos onde as conduzem. E também, como devem já conhecer, aqueles desenhos de homens com cabeças de animais; será que eles vieram e fizeram alguns experimentos macabros? Porque como se sabe, houveram mutilaçoes em fazendas no Texas onde coisas tiraram partes significantes das vacas, ou a orelha, ou o coraçao, ou a pata, ou a cabeça inteira. Nao seria essa uma outra teoria?; onde eles estao colecionando matéria biológica de tudo o que temos aqui; para, quem sabe depois criar aberraçoes similares a aquelas da época dos Faraós. Houve também uma pesquisa onde encontraram um caixao ou tumba, sei lá o nome; mas encontraram na piramide, onde constaram que haviam ossos de mais de sete tipos de animais, incluindo o humano. Adoro as Piramides.  
E como os Mayas construiram exatamente os mesmos estilos de piramides, similares as do Egito, mesmo sendo civilizaçoes totalmente distantes? E, SABENDO também que a América Latina se desenvolveu mais lentamente, de onde vieram os recursos?

Isso tudo nos leva a pensar que a teoria da Era do Gelo seja certa, eles vieram colonizando.

Bom, deixo por aqui minha mente suja, outrora revelo o que tenho em mente.

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Qualquer merda escrita aqui, é provida da mente poluída. Sem intervençoes do fucking google. 
Ou seja, nao vale a pena levar a sério, é igual Wikipédia; qualquer um pode fazer história, eu só passo o tempo.

ABRAÇOS




sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Meu elixir



Quando a tomas, o poder aquece,
o sangue ferve e a mente cresce.

É algum elixir arcaico que rastros de delírio deixa-nos,
manchando os passos que acabamos de conquistar.

Quando a tomas, o sangue ferve,
ímpeto te curvas a seus favores.

Eu a tomei, mas a soube tomar.
Tu não soubestes tomá-la.

Eu sei que é desesperador,
mas ela nos revela o poder que temos.

Tomo-la como se fosse unica,
como se fosse a minha salvação,
que de fato me convence que é.

É algo tão puro, desejável de bons modos.
É algo que mata a sede,
algo que fortifica.

Posso não significar nada,
aliás, sou apenas mais um ser,
mais uma alma que deixa-se ludibriar pelo seu fogo.

Ratifico que mesmo tomando-te as pressas,
sei que tenho um pouco de ti,
esse pouco que ao tomá-lo
me transforma no pássaro que sempre sonhei ser.

domingo, 24 de outubro de 2010

Fácil





Sabe querida, as coisas não funcionam assim tão fácil quanto pensas. 
A situação não é assim como pensas que é. 
Não temos essa garantia toda a qual pões fé. 

Não se machuque. 

Não grite. 

Não se apavore. 

Tudo isso é futilidade, é tudo muito mais simples daquilo a que pensas, 
pode ser tudo muito mais fácil, é questão de ciência. 

Existem águas a serem exploradas, e o que nos impede é justamente o comodismo, 
ou a simples imposição da sociedade, onde eles escolhem o que é certo e errado. 


Posso eu estar errado? 
Estarei eu sendo anarquista? 
Mas quem diz que isso é errôneo?

Somos limitados, somos julgados, somos queimados vivos. 

Me diga se não é trabalho de vagabundo passar a vida inteira olhando coisas e determinando se são mesmo lícitas. 


Resolvi criar um próprio mundo, lá onde nascemos e morremos nús. 
É um lugar de paz, fazes o que queres, julgue-se se estais errado. 
Um lugar de amores possíveis, fáceis, simples, e sem o martírio que o próprio causou. 


Estamos todos criando um novo conceito, 
assim como posso criar uma música com compassos e harmonia que não condizem com aquela que "há de ser", 
posso criar-te poemas, mas não serão metrificados, e, nem por isso é que eles serão menos belos. 


Não somos desiguais, fora do padrão, anarquistas. 
Gostamos de variedades, e estamos fartos dessas imposições. 


Já não existe o martírio do sub-consciente, 
este, 
que te mostra o que fizestes e te julga, 
torturando sua mente fazendo-te lembrar daquilo que te causa vergonha.   


Quem és para julgar-me? 


Aceite sua vida mais pura, e acompanhe-nos a este novo mundo chamado Libertação. 






terça-feira, 19 de outubro de 2010

Meu sótão


Ouço;

São piores que da última vez, não me fazem caso, 
nunca se rendem. 
Parece que gostam de me fazer mal. 

Conheço forças, 
eu já possuí forças, 
mas força alguma se compara a esta presente agora. 

Sinto;

Eu tenho certeza de que tudo aqui está fechado, 
Conferi antes de me deitar, 
tinha certeza. 

Mas, ainda não consigo me conformar, 
A brisa que sinto não vem de minha respiração, 
essa eu conheço bem, 
é muito mais fria e forte. 

Em minha nuca, no meu rosto, 
ouvidos. 

É forte em instantes, 
e tento me convencer de que são os insetos que me acompanham as vezes. 
Não são, pois, 
nesta noite nem eles se atrevem a vir me ver. 

Tu me dissestes,
 me prometestes que estaria bem, 
dissestes que não passa de uma psicose. 
Que eles não existem;

Como eu queria lhe crer. 

Agora aqui, imobilizada, 
sussurrando piedade, 
com o aquilo que bate forte, 
quase por fugir. 

Pálida, devo me confundir com o mórbido das colchas, 
mas eles não me confundem, 
sentem que ainda estou ali, 
escondida em uma cúpula indiferente para os seus olhos. 

E você, 
onde anda quando eu mais preciso?
Aos prantos tento pensar em outra coisa, 
enquanto eles invadem minha mente, 
me imobilizam, 
e levemente, 
com uma delicadeza que não corresponde ao monstro que é, 
brincam comigo. 

Se fossem rápidos, 
se fossem explícitos, 
mas não. 

Tento acordar algo que me ilumine, 
mas infelizmente as luzes sempre são as mais difíceis de alcançar. 
Ou a minha vida, ou a luz.


Eles se burlam enquanto eu decifro onde é que eles estão, 
E dando suspiros na imensidão daquele breu é que eles sorriem pra mim. 
Satisfeitos. 

Quando eu não aguento mais tanta tortura, 
eles se encaixam nas paredes para me vigiar. 

Sono, 
madrugada perdida, 
cansaço. 

E volto aos sonhos vazios, 
onde predomina sempre o triste rubro. 
Não consigo me manifestar em ele, 
e quando penso que posso ali me perder, 
sinto que me acordam com muitos empurrões, 

gritos! 
medo!
sufoco!


Escuridão novamente. 

E esta inquietude assim se prolifera até que os míseros e tão demorados raios de sol venham para acalmar meu sótão da tortura. 







quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O cinza


És crú, 
feito de carne que eu nunca como. 

És sólido, 
palpável e inatingível. 

Belo prado possuis e nenhum animal inanimado feito eu tem permissão de pastar;

Pareces uma coisa, 
mas és outra. 

És outra cor, 
enquanto eu permaneço no cinza. 

És belo, 
E boniteza nenhuma me pertenceu. 

Guardo de ti o instante mais profundo,
que de mais importante se manifestou. 

Guardas de mim apenas o cinza, 
que foi o único que de mim sobrou. 



terça-feira, 12 de outubro de 2010

Desabafo


Triste saber que na ausência da luz a escuridão prevalece. 
Tão triste quanto acreditar que não há dualidade, 
mas é mentira. 

Ela sempre disse muito "não". 

Ela sempre se fez de muita negatividade, 
ou era o que ela queria.

Tão triste e anormal que dava pena, 
porém, isso só ocorria quando ela se via presa dentro do mundo que a fizera. 

Diziam por aí que ela visitara criaturas com frequência, e que neles se transformava. 
Ela era como parte deles, sempre pertenceu alí. 

Mas como? 
Como pode ela deixar toda a sua raíz para ir brincar de fantasma onde ela nunca pertenceu?

Não parece justo, mas é fato. 

Eu a vi já uma vez, mas a muito tempo. 
Logo no início de sua loucura. 

Dava realmente, muita pena. 

Eles diziam que ela era um tipo de boneca que se movia igual á eles, 
mas ela afirmara uma vez, que os alienados somos nós. 

Disse que não vemos mais além do que nos é imposto, 


Afirmou ter hesitado antes de seguí-los, 
foi confiante, disse ter conquistado-os, 
cativado-os, assim como eles a cativaram e cuidaram. 

Me contou de suas façanhas, 
aquilo, confesso, me brilhava nos olhos. 
Mesmo que ela parecera uma espécie de animal nunca antes visto, 
eu senti ternura ao encará-la. 

Tudo aquilo parecia o céu, 
ela era simples e perfeita, para mim. 

Os loucos eram lindos. 

Porém, aquilo não era nada lícito. 
Era mesmo um paraíso, um pecado. 

Eu lhe disse que não a deixaria continuar assim, 
Me sentí ofendido quando me disse que eu teria que ir também. 

Disse-me muitas proezas, e tentou me seduzir. 

Eu juro, 
não foi minha intenção,
não foi por querer, 
só fiz o que havia de ser feito. 

E ninguém nunca mais reclamou da criatura, nunca mais.

sábado, 9 de outubro de 2010

arma






Sei que prefiro morrer.

Prefiro arder em chamas.


Sei que é menos doloroso.
Já não inventaram algo tão malévolo.
É uma dor interna, que não consome, não destrói.

É uma dor infinita que não mata,
só aumenta o desgosto e a vontade não mais existir,
mesmo que, a sua arma seja manter-te vivo.

Ah, como eu prefiro morrer.

É como ser esfaqueado,
mas não por inteiro,
o que o deixaria horas e horas sangrando,
sufocando, gemendo de dor até a morte,
que, neste caso, não chega.

Se é preciso,
se é necessário,

se há de passar por toda esta ação errante,
maldigo-lhe eternamente,
e me sacrifico antes,
a ter de amar novamente.